Justiça · eleições

TSE lança mascote ‘Pilili’ nos 30 anos da urna eletrônica

A iniciativa busca aproximar a Justiça Eleitoral dos jovens, público do voto facultativo, e reforçar a importância da participação nas eleições.

Presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e a mascote Pilili em evento no TSE. 04.05.2026. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE
Presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e a mascote Pilili em evento no TSE. 04.05.2026. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) celebrou os 30 anos da urna eletrônica, nestsa segunda-feira (4), com o lançamento da mascote ‘Pilili’, nome inspirado no som emitido pelo equipamento na confirmação do voto.

A iniciativa tenta aproximar a Justiça Eleitoral do público mais jovem e reforçar a importância da participação nas eleições.

Durante a cerimônia, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, voltou a defender a segurança do sistema eletrônico. “O voto é computado, não tem a mão de outra pessoa, não tem a visão de outra pessoa. É você, exclusivamente, com a sua escolha, com quem você acha que lhe representa”, afirmou.

Ela também fez um chamado aos adolescentes presentes e lembrou que jovens a partir de 16 anos já podem votar. “Quem completar 16 anos até o dia 4 de outubro […] poderá exercer esse direito e, com isso, ser verdadeiro ou verdadeira cidadão ou cidadã”, disse.

Usada pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, a urna eletrônica substituiu o voto em papel e reduziu erros na apuração, além de diminuir brechas para fraudes.

Segundo o TSE, o modelo brasileiro permite auditorias em diferentes etapas e pode ser acompanhado por partidos, universidades e observadores.

Hoje, o país tem cerca de 156 milhões de eleitores, e o resultado das eleições sai no mesmo dia.

“A urna acabou com a fraude eleitoral, acabou com a possibilidade de uma pessoa votar por outra”, concluiu a ministra.