NO MARANHÃO

Operação policial prende 177 pessoas por homicídio, roubos e tráfico de drogas

O trabalho foi executado em 20 regionais da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), e contou com a participação de mais de 700 policiais. 

A operação Magni I, realizada pela Polícia Civil, resultou na prisão de 177 pessoas no interior do Maranhão. O trabalho foi executado em 20 regionais da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), e contou com a participação de mais de 700 policiais.  São mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão por crimes como homicídios, roubos e tráfico de drogas. A operação resultou também na apreensão de drogas e armas de fogo.

O delegado geral de Polícia Civil, Leonardo Diniz, afirmou que é um grande avanço  esse tipo de operação coordenada, focada no cumprimento de mandados. O resultado é fruto de um amplo planejamento e total integração das equipes, que vai permanecer. Integram a operação policiais da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), da Delegacia Geral Adjunta Operacional, sob a coordenação da Delegacia Geral.

Os mandados cumpridos são de busca, apreensão e prisão, incluindo flagrantes, internação provisória, apreensão de menor infrator, prisão de civis, cumprimento de pena, preventivas e temporárias. Entre as situações, o caso ocorrido em Matinha, dia 9, onde a discussão entre três mulheres resultou em morte de uma delas; em Icatu, a prisão de um homem identificado como ‘Japão’, acusado de mais de 20 homicídios na região, Cachoeira e Primeira Cruz; e em Pedreiras, um suspeito de integrar quadrilha de assaltos a banco. Foram 213 municípios do interior alvos da operação.

Segurança nos coletivos

A Comissão da Polícia Civil criada para investigar as ocorrências a coletivos avança com a identificação de suspeitos desta prática de crime. “Estamos levantando os inquéritos policiais instaurados, com base nessas ocorrências. A próxima etapa será a interrogação de testemunhas e a investigação de autoria para encaminhamento à Justiça que vai emitir os mandados de prisão”, destaca o delegado geral, Leonardo Diniz.

Todos os casos relacionados estão sob monitoramento da comissão, informa o delegado-geral. A comissão é formada por delegados, escrivães e peritos destacados para a investigação direta destes casos.

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