SAÚDE

Atividade conscientiza sobre distúrbios da tireoide no HU-UFMA

Saúde da glândula é fundamental para garantir o equilíbrio e a harmonia do organismo

Reprodução

O Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA), por meio da Unidade de Sistema Endócrino, realiza de hoje até  24 de maio, ação educativa de conscientização sobre os distúrbios que envolvem a glândula da tireoide. A atividade integra a Semana Internacional de Conscientização dos Distúrbios da Tireoide, que é promovida anualmente pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e nesse ano tem como tema: “Tireoide e Gestação”.

A ação tem o objetivo de informar a respeito das complicações na fase de gestação, sensibilizar sobre a importância do autoexame da tireoide e reduzir os casos de mortes causados por câncer de tireoide. A mobilização acontece no período da manhã, das 8h às 11h, na recepção do prédio do Núcleo do Fígado e Endocrinologia (Rua das hortas, Centro). Enquanto esperam pelo atendimento, os pacientes receberão orientações dos profissionais, dicas de como fazer o autoexame, diagnóstico, tratamento, entre outros temas. Além disso, serão exibidos vídeos educativos e distribuídos folders explicativos.

A tireoide é uma glândula localizada na região do pescoço, fica logo abaixo do popularmente conhecido “gogó”. É responsável pela produção dos hormônios tireoidianos que regulam o metabolismo. Os hormônios tireoidianos (T4 e T3) são responsáveis pela regulação do metabolismo, ou seja, por todo trabalho celular do organismo.

Com um formato similar a uma borboleta, a tireoide é uma das maiores glândulas do corpo humano. Age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional. É fundamental estar em perfeito estado de funcionamento para garantir o equilíbrio e a harmonia do organismo.

Os distúrbios dessa glândula podem ser de menor produção (hipotireoidismo) ou de maior produção (hipertireoidismo), o que ocasionam disfunções no metabolismo, podendo causar alterações em qualquer sistema do organismo, surgindo assim, graves problemas de saúde.

Os sintomas mais comuns do hipotireoidismo são: cansaço, edema, sonolência, pele seca, colesterol alto, entre outros. E do hipertireoidismo são: emagrecimento, palpitação, tremor, aumento do globo ocular, entre outros.

Dados da SBEM apontam que mais da metade da população pode ter nódulos, sendo 85% a 90% são benignos. Porém nódulos, clinicamente relevantes (com mais de 1 cm), acometem 4 a 7% das mulheres e 1% dos homens, nesses casos, costumam ser palpáveis.

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