Em um diálogo marcado pela franqueza e pela análise técnica, o vice-presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) para o biênio 2026/2028, Desembargador Gervásio Protásio, visitou os estúdios da Rádio O Imparcial. Durante a entrevista no Programa Palpite ao colunista político Felipe Klamt, o magistrado, que possui uma trajetória de 35 anos de carreira, destacou que o tribunal vive um “momento ímpar” de coesão administrativa.
Gervásio ressaltou que a atual mesa diretora, presidida pelo Desembargador Ricardo Duailibe, compartilha princípios de ética e transparência que são fundamentais para a manutenção do “Selo Diamante”, reconhecimento máximo de eficiência concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Nosso objetivo é único: melhorar o serviço que prestamos à sociedade maranhense através da cooperação”, pontuou.

O “Gargalo” da Impunidade: A Falha no Fluxo entre o TJ e o Ministério Público
Um dos temas mais sensíveis abordados pelo Desembargador Gervásio Protásio foi a percepção de que magistrados que cometem faltas graves são “premiados” com a aposentadoria compulsória. Com a clareza de quem conhece as engrenagens do sistema, o vice-presidente do TJMA explicou que o problema não reside na condenação feita pelo Tribunal, mas no que acontece — ou deixa de acontecer — depois dela.
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