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AGOSTO DOURADO

Agosto Dourado: a importância da amamentação

Recomendada como forma exclusiva de alimentação até os seis meses de idade dos bebês, a amamentação é pauta do mês de agosto

Enfermeira e consultora em amamentação, Emmnuele Balata explica e tira dúvidas dos maiores desafios sobre o aleitamento materno.

“Quando nós falamos de amamentação, nós entendemos que é um processo psicofisiológico, ele é entendido como algo hormonal, ligado ao bem-estar da mãe. Ela não inicia na mama. Ela começa na cabeça.”, diz Emmanuele Balata, enfermeira e consultora em amamentação.

 O mês de agosto é  também conhecido como Agosto Dourado, simbolizando a luta pelo incentivo a amamentação. A cor é referente ao padrão da qualidade do leite materno, considerada melhor fonte de nutrição para bebês. De acordo com o Ministério da Saúde, o aleitamento materno é capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos. A recomendação do é amamentação até os 2 anos de idade e de forma exclusiva até os seis meses idade.

“O processo de amamentar ele precisa ser compreendido como um processo em que mãe também precisa ser cuidada.”, explica a enfermeira. Alguns problemas costumam surgir durante a amamentação, como fissuras e inchaços. “Se tem dor, tem alguma coisa que precisa ser ajustada no processo.”, esclarece Emmanuele.

Outro desafio é a pouca produção de leite. “A produção de leite é mediada por dois hormônios: a prolactina, que produz o leite, e a ocitocina, que ejeta o leite. E para que a gente tenha isso, precisamos de uma mãe tranquila. Se ela está estressada ou muito chorosa, ou não é acolhida em seu pós-parto em vez de ocitocina, temos adrenalina, que é bloqueio dessa descida do leite.”, explica.

Para mais informações sobre esse assunto tão importante, confira nossa entrevista exclusiva com a enfermeira consultora em amamentação Emmanuele Balata:

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