INVESTIGAÇÃO

Suspeito de assassinar funcionários terceirizados da Cemar se apresenta à SHPP

Pablo e o irmão de 17 anos são apontados como autores do duplo homicídio dos funcionários terceirizados do Cemar. 

Foto: Reprodução

Pablo Martins Silva, de 19 anos, conhecido como “de menor”, se apresentou na tarde desta terça-feira (22) à Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), acompanhado de um advogado. Pablo e o irmão de 17 anos são apontados como autores do duplo homicídio dos funcionários terceirizados da Companhia Energética do Maranhão, Cemar.

De acordo com o o superintendente da SHPP, delegado Lúcio Reis, Pablo admitiu informalmente que efetuou os disparos que vitimaram os funcionários da empresa, após o corte de energia de uma das residências do Sítio Natureza. Ainda de acordo com o delegado, várias diligências estão sendo realizadas para que a arma do crime seja localizada. A polícia até o momento trabalha com a hipótese de somente os dois irmãos participaram do crime.

Pablo Martins tem várias passagens pela polícia por homicídios, assaltos, tráfico de drogas, organização criminosa. O jovem prestará depoimento ainda hoje, na Superintendência de Homicídios, para ser conduzido à penitenciária.

O adolescente que também confessou a autoria do crime, foi apreendido na última quarta-feira (17).

Entenda o caso

Na manhã da última terça-feira (15), por volta das 9h20, dois colaboradores da Companhia Energética do Maranhão (Cemar) foram mortos a tiros dentro do carro da empresa, no Sítio Natureza, no Paço do Lumiar, região metropolitana de São Luís, no Maranhão.

Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, ainda é cedo para se dizer ao certo o que pode ter levado ao duplo assassinato, mas supõe-se que a motivação tenha sido o corte de energia de uma residência da região. João Victor Melo e Francivaldo Carvalho da Silva morreram instantaneamente, dentro do veículo.

Viaturas do 22º Batalhão e do Centro Integrado de Polícia e Segurança (CIOPS) estão no local, assim como o Instituto Médico Legal (IML) e o Instituto de Criminalística (ICRIM), para fazer os levantamentos.

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