A CLI – Corredor Logística e Infraestrutura S.A alcançou, nessa quinta-feira (28), um novo recorde: 80.270 mil toneladas de soja embarcadas no navio Kydonia. É o maior navio embarcado desde a criação do Tegram, em março de 2015.O navio Kydonia, originário da Grécia, será responsável por conduzir os grãos e terá como destino final a Espanha.
Para o Diretor de Operações da CLI, Marcos Pepe Bertoni, este resultado foi possível graças a três fatores: melhor eficiência operacional, treinamento especializado da equipe e o fato da CLI ser o único terminal ‘bandeira branca’ operante no Itaqui, ou seja, cujo dono não é uma trading ou uma empresa de transporte.
“Por ter uma localização privilegiada no Porto do Itaqui, o Tegram é um dos maiores terminais de grãos do Brasil e torna-se ponto de embarque de grande parte da soja, farelo de soja e milho produzidos no Maranhão, Piauí, Tocantins e, ainda, no nordeste do Mato Grosso”, revela. “Assim, os produtores de grãos da Matopiba podem aumentar tanto a área produtora, quanto a produtividade, com o conforto de poder vender seus grãos para tradings a preços bem competitivos”, completa Marcos Pepe.
A CLI está investindo, a curto prazo, em serviços de automação e sistemas para contribuir com o aumento de produtividade e aprimorar a operação atual, além de garantir a qualidade da soja manuseada pelo terminal.
“Estamos na fase final de implementação de novas tecnologias que vão melhorar a comunicação e os serviços prestados. Além disso, estamos em contato com uma empresa de tecnologia logística a fim de modernizar os nossos processos operacionais”, explica o Diretor Administrativo-Financeiro da CLI, Fabio Arbex Suzuki.
A operação do terminal funciona com as recepções de grãos dos trens e caminhões, esteiras para levar o grão para o armazém, esteiras e carregador para colocar os grãos nos navios.
O Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) passou por uma expansão em setembro do ano passado, duplicando sua capacidade para 15 milhões de toneladas. A CLI, junto com os seus sócios no Tegram, está avaliando alternativas para uma terceira fase de expansão, a fim de tornar as exportações e o agronegócio brasileiro mais competitivos.