DIA DO CLIENTE NA CAPITAL

Lojas não aderem à Semana do Brasil

Semana que comemora o Dia do Cliente tem promoções em lojas de todo o Brasil, mas especialistas chamam a atenção para o cuidado com as relações de consumo

Reprodução

Para incrementar o Dia do Cliente no Brasil, data criada para homenagear e estreitar as relações entre o comércio e os consumidores, o governo federal criou a Semana do Brasil para promover descontos em lojas físicas e virtuais em todo o Brasil.

O evento começou no dia 6, vai até hoje, dia 15, para aquecer a indústria e o comércio em um período em que a economia é afetada pelo baixo desempenho desses setores.

Embora no site do evento conste mais de 3.000 lojas cadastradas, não há na listagem nenhuma loja participante maranhense, apenas empresas nacionais de grande porte que têm filiais no estado. Com abrangência nacional, o evento recebe inscrições de pequenos, médios e grandes empresários de todos os estados brasileiros. Assim, além da atuação em comércio virtual, diversas lojas físicas em diferentes cidades contarão com descontos.

Com participação na Semana do Brasil ou não, lojas físicas e virtuais estão ofertando produtos, que vão de acessórios a smartphones com descontos que variam de 5 a 20%. Mas para além de um dia com promoções, especialistas em consumidor alertam para o cuidado na relação com o consumidor. “Para que esse relacionamento seja duradouro e sempre uma experiência positiva, antes de tudo, é preciso entender sua exata necessidade, para que, então, seja possível atender o cliente de maneira mais eficiente. Um dos pontos importantes, é garantir o interesse genuíno do vendedor em ajudar e identificar o perfil comportamental do cliente”, pontuou Mário Rodrigues, especialista do Instituto Brasileiro de Vendas.

Para a empresária de uma loja de confecções de um shopping da capital, além de descontos, o cliente gosta de ser bem atendido e de ficar à vontade na loja. “Acho que esse dia do cliente é para mostrar o quanto ele é importante para o vendedor, para o empresário. Na nossa loja fazemos questão de deixar o cliente à vontade, dando assistência, mas sem que ele ache que seja importunação. Porque tem cliente que não gosta muito de ser assediado, então a gente deixa bem à vontade”, conta Ana Maria Brandão.

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