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Prisões por tentativa de feminicídio e estelionato são realizadas em Presidente Vargas e Itapecuru-Mirim

Ações resultaram na captura de dois investigados e na apreensão de armas de fogo durante operações da Polícia Civil

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

A Polícia Civil do Maranhão realizou, na última terça-feira (30), duas operações distintas que resultaram na prisão de investigados por tentativa de feminicídio, posse irregular de arma de fogo e estelionato. As ações ocorreram nos municípios de Presidente Vargas e Itapecuru-Mirim.

Na primeira ocorrência, registrada na zona rural de Presidente Vargas, um homem foi preso em flagrante pelos crimes de tentativa de feminicídio e posse irregular de arma de fogo.

De acordo com as investigações, durante um episódio de violência doméstica, o suspeito agrediu a enteada e outros familiares, além de ameaçar matar todos os integrantes da família. As apurações apontam que episódios semelhantes já haviam sido registrados anteriormente. O investigado também possui antecedente criminal e já cumpriu pena de 10 anos de reclusão por homicídio.

Durante a ação policial, os agentes apreenderam três espingardas que estavam em posse do suspeito. Ainda segundo a polícia, duas vítimas conseguiram fugir da residência e pedir ajuda, permitindo o rápido acionamento das equipes de segurança.

A prisão integra a Operação Mulher Segura, iniciativa voltada ao fortalecimento das ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

Já em Itapecuru-Mirim, no povoado Leite, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pelo crime de estelionato.

Segundo a investigação, o suspeito aplicava golpes em diversas vítimas, principalmente idosos, pessoas com dificuldade para realizar operações bancárias e indivíduos em situação de vulnerabilidade financeira. Os prejuízos causados deixaram algumas vítimas sem recursos suficientes para a própria subsistência.

Após as prisões, os investigados foram encaminhados à Delegacia Regional de Itapecuru-Mirim, onde passaram pelos procedimentos legais e permaneceram à disposição da Justiça.

*Fonte: PCMA