Quase duas centenas. Esse é, aproximadamente, o número de urubus que vivem na área do Anel Viário. Com as asas abertas, eles recebem quem passa pela região mais movimentada da cidade. Como guardiões, protegem as montanhas de lixo e entulho que crescem a cada dia próximo a passarela do samba.
Planilhas de empresa, restos de construções, madeira, vaso sanitário. Tudo isso, faz parte da lista de materiais deixados diariamente no espaço. Perdidos pelo mato que cresce em volta, passam quase despercebido pelas pessoas que transitam no local. Para servidora pública, Sofia Tavares, o cenário é triste. “Isso é um vetor de doenças”, afirmou.