Deolane Bezerra vira ré por lavagem de dinheiro e organização criminosa ligada ao PCC
Segundo a denúncia, que partiu do Gaeco, Deolane recebia valores provenientes da renda ilícita da organização criminosa
Segundo a denúncia, que partiu do Gaeco, Deolane recebia valores provenientes da renda ilícita da organização criminosa
Influenciadora e advogada está presa desde maio; defesa nega envolvimento com a facção e afirma que valores recebidos são provenientes de serviços jurídicos
Por maioria, colegiado concluiu que não cabe intervenção do tribunal enquanto pedidos da defesa aguardam análise em instancias inferiores.
O anúncio foi feito em 28 de maio, quando ambas as facções foram enquadradas como “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGT), classificação que passou a valer de imediato
Anunciada pelo governo de Donald Trump, a medida tem efeito direto na legislação norte-americana
Medida anunciada pelo governo norte-americano passa a valer em junho e levanta preocupações sobre soberania, cooperação internacional e possíveis consequências diplomáticas
Influenciadora afirma que foi presa por atuação como advogada, contesta investigação e pede para ser ouvida pela Justiça.
Segundo a inteligência da Polícia Civil, o objetivo do intercâmbio é absorver táticas de combate, com foco no uso de drones de grande porte para ataques e transporte de armas
Deolane foi presa em casa, na região de Alphaville, em São Paulo. A influenciadora é suspeita de receber valores ligados a uma transportadora fundada pelo PCC
Na audiência de custódia, advogada e influenciadora afirma que está detida por defender um cliente que fez um depósito em sua conta. Ela é suspeita de integrar esquema de lavagem de dinheiro do PCC.