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Caso suspeito de Varíola do Macaco no Maranhão é descartado

O comunicado foi feito pelo Ministério da Saúde, na manhã desta sexta-feira (17), após resultado negativo do exame laboratorial analisado.

Nove casos suspeitos ainda estão sendo investigados. (Foto: Reprodução/Dado Ruvic)

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que foi descartado o caso suspeito de Monkeypox do paciente de São Luís. O comunicado foi feito pelo Ministério da Saúde, na manhã desta sexta-feira (17), após resultado negativo do exame laboratorial analisado pela Fundação Ezequiel Dias, em Minas Gerais.

“Com o resultado negativo, a SES ressalta que o Maranhão permanece sem casos da Monkeypox, até o momento. Reforça, ainda, que viajantes recém-chegados de localidades onde há casos positivos redobrem os cuidados e mediante o aparecimento de sinais ou sintomas suspeitos busquem imediatamente atendimento médico em uma unidade de saúde para diagnóstico”, disse em comunicado.

O caso em questão é de um homem de 30 anos, sem histórico de viagens, que chegou na Unidade Mista do Bacanga, em São Luís, na última quarta-feira (8), onde recebeu atendimento apresentando sintomas como febre, calafrios, lesões com coceiras e ardor nos olhos.

Um outro caso suspeito de varíola dos macacos (Monkeypox) foi descartado em São Luís. A suspeita era que uma criança de 5 anos tivesse sido infectada. A informação foi divulgada em nota, emitida no dia 2 de junho pela Semus, informando o resultado negativo para a doença.
Na Rede Estadual de Saúde, a porta de entrada para os casos suspeitos da varíola do macaco são as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e a unidade referência para internação é o Hospital da Ilha.

Sobre o tratamento de quem é acometido pela doença, a Secretaria de Saúde informou que “embora não haja tratamento específico para o vírus da varíola do macaco, o tratamento do paciente é feito de acordo com o nível de acometimento das lesões e dos sintomas, por meio de medicamentos”.

Saiba Mais

A varíola dos macacos, em inglês monkeypox, é uma doença viral rara, transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias.

Ela pode ser transmitida ainda pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente. Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido utilizado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.

leia nota (SES) na íntegra:

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