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CORONAVÍRUS

Maranhão investiga 7 casos de reinfecção por Covid-19

Outros quatro casos suspeitos de reinfecção já foram descartados após análise laboratorial

Foto: Reprodução.

De acordo com o Governo do Estado, sete casos suspeitos de reinfecção pela Covid-19 no Maranhão estão sendo monitorados. Os exames foram encaminhados para o Instituto Evandro Chagas (IEC) e aguardam análise, os resultados devem ser divulgados entre 30 e 60 dias, período que pode variar de acordo com a demanda do laboratório.

De acordo com o Governo do Estado, apesar de ainda aguardarem o resultado, os pacientes passam bem e não apresentam mais sintomas da doença. Outros quatro casos suspeitos de reinfecção já foram descartados após análise laboratorial.

Segundo o chefe do Setor da Biologia Molecular do Laboratório Central do Estado (LACEN/MA), Lídio Gonçalves, o Maranhão ainda não registrou nenhum caso de reinfecção por Covid-19. “Os critérios para a confirmação de um caso de reinfecção foram definidos, pelo Ministério da Saúde e, no Maranhão, o Governo do Estado segue investindo em ações para controle da transmissão”, explicou.

Primeiro caso de reinfecção por coronavírus

Dois casos de reinfecção por Covid-19 foram confirmados oficialmente no Brasil pelo Ministério da Saúde. Outros casos seguem em investigação. Além do Instituto Evandro Chagas, em Belém, outros dois laboratórios brasileiros atuam na investigação dos possíveis casos de reinfecção por Covid-19 no país: o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e a Fiocruz, no Rio de Janeiro.

Já no Maranhão, uma nota técnica foi elaborada para orientar condutas para investigação, confirmação de casos suspeitos de reinfecção pelo vírus SARS-CoV-2 e realizar o monitoramento epidemiológico e laboratorial.

A nota orienta, também, quanto ao fluxo de atendimento aos casos suspeitos de reinfecção e o fluxo de envio das amostras aos laboratórios de referência.

Critérios

O caso de reinfecção pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) é comprovado a partir da análise molecular. Por isso, o caso é avaliado a partir da detecção molecular inicial (feita através do exame do tipo RT-PCR) e nova coleta, após 90 dias, para a comparação das duas amostras e estudo do sequenciamento completo do novo coronavírus.

Ainda de acordo com os critérios do Ministério da Saúde, casos com menos de 90 dias de intervalo entre as amostras não são considerados suspeitos. Além disso, casos positivos testados via Teste Rápido ou exame sorológico não são suficientes para detectar a reincidência da doença.

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