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COVID-19

Brasil se aproxima de 4 milhões de infectados em pouco mais de seis meses

Brasil teve mais 45.961 infectados nas últimas 24 horas, totalizando 3.908.272 registros da doença. Com 553 novas mortes, o país soma 121.381 óbitos; 22 unidades federativas têm mais de mil vidas perdidas cada uma

Um profissional médico mostra um teste negativo para o novo coronavírus em frente ao Estádio Mane Garrincha, em meio ao surto da doença por coronavírus (COVID-19), em Brasília, Brasil, 21 de abril de 2020. REUTERS / Ueslei Marcelino

Com mais 45.961 casos do novo coronavírus registrados, nesta segunda-feira (31), pelo Ministério da Saúde, o Brasil se aproxima da triste marca de quatro milhões de infectados. Até o momento, o país tem 3.908.272 registros da doença. Foram somadas, também, nas últimas 24 horas, 553 mortes, totalizando 121.381 óbitos. Diante dos altos números, as discussões sobre uma vacina se intensificam. Em meio a isso, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, nomeou um médico veterinário para o cargo de diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis (DEIDT).

Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal, Lauricio Monteiro Cruz irá assumir o departamento responsável pelo Programa Nacional de Imunizações e terá papel fundamental na definição da distribuição de uma possível vacina contra o novo coronavírus. Na secretaria de Saúde do DF, o veterinário atuava como gerente substituto da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses, segundo o currículo disponível na internet. Os cargos já ocupados pelo novo diretor do DEIDT foram citados em uma nota do Ministério da Saúde para defender a nomeação, alvo de polêmicas na internet.

“Ampla experiência de gestão na área de vigilância em saúde motivou sua indicação (…) É importante destacar que o médico veterinário tem um papel relevante na prevenção de doenças transmissíveis que estão diretamente ligadas à saúde humana.”

Atualmente, 22 unidades federativas têm mais de mil mortes cada uma. Quem lidera o ranking negativo é São Paulo, com 30.014 óbitos pelo novo coronavírus, acumulando quase um quarto das perdas no país. O Rio de Janeiro vem em segundo, com 16.065 mortes. Em seguida estão: Ceará (8.409), Pernambuco (7.593), Pará (6.146), Bahia (5.397), Minas Gerais (5.335), Amazonas (3.649), Maranhão (3.446), Rio Grande do Sul (3.435), Paraná (3.290), Espírito Santo (3.158), Goiás (3.094), Mato Grosso (2.751), Distrito Federal (2.521), Paraíba (2.450), Rio Grande do Norte (2.256), Santa Catarina (2.260), Alagoas (1.887), Sergipe (1.857), Piauí (1.825) e Rondônia (1.148).

Mourão critica ONU

O vice-presidente Hamilton Mourão criticou a atuação da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) em meio à crise sanitária global. Para ele, “as Nações Unidas não tiveram um papel relevante neste momento de combate à pandemia. Não houve uma única reunião do Conselho de Segurança da ONU para tratar desse assunto. E se questiona fortemente a atuação da OMS”, disparou, ontem, em fórum realizado pela BandNews. Ele acrescentou que “isso terá consequências num futuro próximo e o efeito pode ser essa desglobalização que estamos vendo”.

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