Ver que horas são, checar os grupos do WhatsApp, dar uma espiada no Facebook e no Instagram, conferir o Match recebido ou simplesmente desbloquear a tela só para voltar a bloqueá-la em seguida.
Você já parou para pensar quanto tempo por dia passa diante do celular? E quanto desse tempo foi realmente bem empregado?
Diferentes estudos de empresas de marketing e de aplicativos estimam que, em média, consultamos nosso celular mais de 100 vezes ao dia.

Essa espécie de vício ganhou até um nome: o medo irracional de perder acesso ao celular tem sido chamado de “nomofobia”, do inglês “no mobile phone phobia”, ou fobia de não ter telefone móvel.
Não é considerado uma doença ou mesmo um transtorno psicológico, mas pode gerar incômodos tanto no ambiente de trabalho quanto nos relacionamentos pessoais.
É claro que as grandes empresas de tecnologia querem mais é que passemos mais tempo na tela – pense nas constantes notificações que você recebe dos aplicativos e na reprodução automática de vídeos no YouTube e na Netflix.
Tristan Harris trabalhava para o Google justamente idealizando novas maneiras de agarrar mais a atenção dos usuários. Hoje ex-empregado da empresa, ele iniciou um contramovimento para evidenciar esse tipo de técnica e dar dicas para combatê-las.
Seu objetivo, diz, é que tanto a indústria como a sociedade usem a tecnologia de forma mais ética e consciente.
A seguir, cinco de seus conselhos: