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POLÍTICA

Alexandre de Moraes quebra sigilo bancário de deputados bolsonaristas

Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Cabo Junio Amaral (PSL-MG) e Otoni de Paula (PSC-RJ) estão entre os parlamentares envolvidos na quebra de sigilo

A quebra do sigilo bancário de quatro deputados bolsonaristas foi feita a fim de investigar se eles atuaram no financiamento dos atos antidemocráticos, que pedem o fechamento do STF e do Congresso Nacional (foto: Pedro Valadares,Michel Jesus e Will Shutter/Agência Câmara)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou, nesta terça-feira (16/6), a quebra do sigilo bancário de quatro deputados bolsonaristas a fim de investigar se eles atuaram no financiamento dos atos antidemocráticos, que pedem o fechamento do STF e do Congresso. 

Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Cabo Junio Amaral (PSL-MG) e Otoni de Paula (PSC-RJ) estão entre os parlamentares que tiveram o sigilo quebrado. Segundo o ministro, há indícios de que eles manifestaram apoio aos atos antidemocráticos que vêm sendo realizados no Brasil. 

Alguns empresários também foram alvos de busca e apreensão nesta terça-feira, como Otávio Fakhoury e o advogado Luís Felipe Belmonte, responsável pela organização e financiamento do novo partido de Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil. 

Busca e apreensão 

A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta terça-feira (16/6), 21 mandados de busca e apreensão solicitados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. 

Os alvos são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Dentre eles, está o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), o único com foro. Também foram alvos o blogueiro Allan dos Santos, o advogado e empresário Luis Felipe Belmonte, e o publicitário Sérgio Lima. 

Allan dos Santos também foi alvo de busca e operação no dia 27 de maio no âmbito do inquérito das fake news, que investiga ameaças, ofensas e informações falsas contra os ministros da suprema Corte. 

O inquérito que investiga atos antidemocráticos foi instaurado em 20 de abril a pedido da PGR. Nessa última segunda-feira (15), a PF prendeu temporariamente a ativista Sara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter, líder do grupo ‘300 do Brasil’, que apoia o presidente Jair Bolsonaro, a pedido da PGR. Houve mandado de prisão temporária contra outras cinco pessoas ligadas ao grupo, que não haviam sido presas até a última segunda-feira (15).

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