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ASSASSINATO DE ÍNDIOS

Morte de Paulino Guajajara não foi emboscada, diz PF

O crime aconteceu no dia 1º de novembro de 2019 na Terra Indígena Arariboia, no Maranhão

Reprodução

As investigações preliminares sobre as mortes do índio Paulo Paulino Guajajara e do madeireiro Márcio Gleik chegaram ao fim. Ao concluir o inquérito criminal, a Polícia Federal acabou descartando a hipótese de que os assassinatos aconteceram por meio de uma emboscada ou que foram relacionados a conflitos étnicos.

O crime aconteceu no dia 1º de novembro de 2019 na Terra Indígena Arariboia, localizada no município Bom Jesus das Selvas, no Maranhão.

Durante as investigações 4 pessoas foram indiciadas pelas mortes do indígena e do madeireiro. No processo, a PF realizou perícias, colheu depoimentos e declarações de testemunhas e sobreviventes. O resultado das investigações será encaminhado para o Ministério Público Federal.

Já o inquérito que investiga a morte dos caciques Raimundo Benicio Guajajara e Firmino Guajajara, ocorridas no dia 07 de dezembro de 2019, segue sem conclusão sob sigilo.

Na época do crime, dois homens conduzindo um veículo de passeio dispararam contra os indígenas no município de Jenipapo dos Vieiras. Os dois líderes Guajajara morreram no local. Dois outros indígenas ficaram feridos e foram levados para o hospital, onde receberam proteção policial.

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