ATAQUE

Vítima relata momento que foi ferida no pré-Carnaval da Madre Deus

Pelo menos três mulheres foram atacadas com um objeto cortante durante a festa do último domingo, 17, em São Luís. Uma delas, uma estudante de 17 anos, nos contou como ocorreu

Ainda há um final de semana de pré-carnaval na Ilha, antes do período oficial das festas de momo. E com a folia no Centro da cidade e em bairros adjacentes, como Madre Deus, é comum que muita gente se aglomere. No meio dessa multidão, algumas mulheres foram vítimas de ataques no bairro da Madre Deus no último domingo, onde pelo menos 3 mulheres foram cortadas, com objeto ainda desconhecido.

Uma das vítimas na Madre Deus, no último domingo, foi a estudante R. L, de 17 anos, moradora do bairro São Francisco. Ela contou que estava com mais duas amigas quando sentiu a dor na coxa, colocou a mão e estava sangrando.

“Eu comecei a gritar e as minhas amigas não sabiam o que era. Quando eu falei, a gente saiu correndo e eu consegui ser atendida na ambulância, fizeram curativo, mas graças a Deus não foi nada muito grave. Depois a gente foi pra casa. Fiquei com medo agora. Soube que teve outras garotas atingidas. É muita maldade”, disse a estudante.

Segundo informações do Major Kemps, do 9º Batalhão, na mesma hora do ocorrido foram feitas buscas para achar os ou as responsáveis pelos ataques, mas não houve êxito.

Para brincar com segurança

Em locais onde há grande concentração de pessoas, o folião deve evitar portar joias, celulares e bolsas a tiracolo, que podem chamar a atenção de infiltrados com intenção de furtos. Além disso, ao estacionar, o público deve procurar locais permitidos, seguros e bem iluminados e nunca deixar a chave do veículo com flanelinhas.

Evite pedir ou dar informações a pessoas desconhecidas e priorize o contato com pessoas de referência, como policiais e bombeiros. Outra recomendação é que a população evite o consumo excessivo de álcool e que obedeça à legislação de trânsito, que proíbe a condução de veículos sob o efeito da substância. A Polícia Militar costuma fazer barreiras de aplicação da Lei Seca e aferição de nível de álcool dos condutores, com uso do etilômetro.

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