A Polícia Civil do Maranhão informou que já identificou os envolvidos no assassinato de uma mulher grávida e do filho dela, de 4 anos, encontrados mortos e carbonizados em São João Batista, na Baixada Maranhense. As equipes seguem realizando diligências para localizar os suspeitos.
Neste domingo (12), o delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Augusto Barros, afirmou que a investigação avançou e que os autores do crime já foram identificados.
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“Nós já identificamos os envolvidos. Estamos em diligências para efetuar as prisões. Não vamos descansar enquanto não dermos uma resposta à sociedade maranhense e aos familiares das vítimas.”
As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia , que estava grávida de aproximadamente três meses, e o filho dela, Yan Kaleb Costa Santos , de 4 anos. Os corpos foram encontrados carbonizados dentro da casa onde moravam, no povoado Olho d’Água dos Bodes, zona rural de São João Batista.
A principal linha de investigação aponta para um possível envolvimento de facções criminosas, embora outras hipóteses também estejam sendo analisadas pela polícia.
O delegado ressaltou que o trabalho investigativo continua para esclarecer todos os detalhes do caso. “As investigações estão bastante avançadas. Estamos levantando toda a dinâmica do crime e a motivação. Muito em breve teremos uma resposta completa sobre esse caso.”
A Polícia Civil não divulgou os nomes dos suspeitos para não comprometer o andamento das investigações. Até o momento, ninguém havia sido preso.
O crime
Na última sexta-feira, uma jovem no primeiro trimestre de gestação e seu herdeiro, de apenas 4 anos, perderam a vida após a residência em que se encontravam ser cercada, alvejada e totalmente consumida por um incêndio de proporções criminosas. Os corpos das vítimas, identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos, foram localizados com severas queimaduras entre os escombros.
Relatos colhidos na comunidade apontam que um bando composto por cerca de 15 indivíduos portando armas de fogo invadiu o terreno da família e violou as entradas de três residências distintas. Contudo, somente o espaço habitado pela mãe e pela criança contava com moradores no instante do atentado. O alerta sobre a destruição do imóvel chegou aos oficiais militares por intermédio de funcionários do centro de saúde local, acionados preliminarmente pela vizinhança.
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