Aos 60 anos, o cantor e compositor Zeca Baleiro apresenta o projeto “Zeca 60”, uma retrospectiva que revisita sua trajetória a partir de escolhas pessoais. Com lançamentos semanais durante o mês de abril, a coletânea reúne 60 músicas organizadas em quatro volumes, formando um panorama amplo de sua carreira.
Mais do que uma simples seleção de sucessos, o trabalho é concebido como um autorretrato artístico. As faixas foram escolhidas pelo próprio músico e refletem diferentes fases de sua produção, combinando canções conhecidas, parcerias marcantes e músicas menos exploradas pelo grande público.
Pensado com uma abordagem editorial, “Zeca 60” percorre quase três décadas de carreira, revelando nuances da identidade musical do artista. A proposta é ir além dos hits e apresentar um recorte mais profundo de sua discografia, destacando a diversidade de estilos que marcam sua obra.
Segundo Baleiro, o projeto também funciona como um registro de sua caminhada na música.
“Esse trabalho, aos 60 anos, vale como um documento da minha trajetória. É uma história de muito trabalho, de busca por invenção e também de permanência”, afirma.
A curadoria foi realizada integralmente pelo artista, que estruturou cada volume como um capítulo independente. O primeiro segue uma linha mais cronológica, reunindo músicas emblemáticas do início da carreira, enquanto os demais exploram caminhos mais livres, acompanhando as transformações de sua sonoridade ao longo do tempo.
O formato de lançamentos semanais dialoga com as atuais formas de consumo musical, mantendo o projeto em evidência ao longo de todo o mês. A iniciativa é realizada pela Nas Nuvens Music Group, que atua na valorização de catálogos importantes da música brasileira, promovendo novas formas de escuta para obras já consolidadas.
Com uma trajetória marcada pela mistura de influências, Zeca Baleiro transita entre a música popular brasileira, o pop e o rock, além de experimentar diferentes linguagens sonoras. Seu repertório segue sendo revisitado por novas gerações, tanto nos palcos quanto nas plataformas digitais.
Com “Zeca 60”, o artista revisita sua própria história e reorganiza seu catálogo sob novas perspectivas, conectando memória, presente e escuta contemporânea.
• Stephen Fry (Por Onde Andará Stephen Fry?)
• Comigo (Líricas)
• Vô Imbolá (Vô Imbolá)
• Telegrama (Pet Shop Mundo Cão)
• Boi de Haxixe (Vô Imbolá)
• Minha Casa (Líricas)
• Samba do Approach (Vô Imbolá)
• Não Tenho Tempo (Vô Imbolá)
• Heavy Metal do Senhor (Por Onde Andará Stephen Fry?)
• Semba (Vô Imbolá)
• Banguela (Líricas)
• Meu Amor, Meu Bem, Me Ame (Vô Imbolá)
• Skap (Por Onde Andará Stephen Fry?)
• Nalgum Lugar (Líricas)
• Salão de Beleza (Por Onde Andará Stephen Fry?)