Cinco estudantes do curso de Licenciatura em Artes Visuais do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) foram selecionados para o projeto MAD TED, uma iniciativa que utiliza a arte como ponte para discutir sustentabilidade, tecnologia e cidadania em um contexto global.
O aroma do camarão seco, o estalar das sacas de farinha e o burburinho das negociações nas primeiras horas da manhã no Mercado das Tulhas estão prestes a ganhar um novo cenário: as galerias e salas de aula do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em Portugal.
Nesta edição de 2026, o desafio é transformar os mercados locais de São Luís em projetos artístico-pedagógicos. Para os selecionados, a viagem é mais que um carimbo no passaporte; é um exercício de “tradução” da identidade ludovicense para o mundo.
A bagagem que pesa mais que o currículo
Para Cristyelle da Silva Oliveira, de 22 anos, a notícia da seleção foi recebida com a emoção de quem vê o percurso acadêmico ser reconhecido. Mas, ao organizar as malas, o que ocupa mais espaço não são as roupas, e sim a responsabilidade. “Sem dúvida, a responsabilidade de carregar a história e os modos de ser e estar do povo maranhense pesa mais. Levo comigo um conjunto de vivências e afetos que fazem parte da minha identidade”, revela a estudante.
O sentimento é compartilhado por Hugo Leonardo, também de 22 anos, que vê nas feiras a tradução fiel do trabalho manual e artesanal da “Grande Ilha”.
Para ele, o desafio é levar o “aconchego de mãe” que o povo maranhense possui para dentro de uma realidade tecnológica europeia. “Nascemos com esse ‘toque’ que só aqui tem. Levar esse entendimento para fora será um desafio edificante”, afirma Hugo.
Cinco estudantes maranhenses do curso de Licenciatura em Artes Visuais do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) foram selecionados para o projeto MAD TED, uma iniciativa que utiliza a arte como ponte para discutir sustentabilidade, tecnologia e cidadania em um contexto global.
O aroma do camarão seco, o estalar das sacas de farinha e o burburinho das negociações nas primeiras horas da manhã no Mercado das Tulhas estão prestes a ganhar um novo cenário: as galerias e salas de aula do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em Portugal.
Nesta edição de 2026, o desafio é transformar os mercados locais de São Luís em projetos artístico-pedagógicos. Para os selecionados, a viagem é mais que um carimbo no passaporte; é um exercício de “tradução” da identidade ludovicense para o resto do mundo.
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