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PIB do Maranhão deve crescer mais que média nacional em 2022

Levantamento de uma Consultoria Especializada apontou que riqueza produtiva maranhense deve crescer mais que estados como São Paulo e Minas.

Melhora na geração de empregos contribui para crescimento do PIB do Maranhão. (Foto: Divulgação)

O Maranhão está entre os estados brasileiros com projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima da média nacional, segundo levantamento econômico da MB Associados/43 Consultoria. De acordo com o estudo, o PIB do Maranhão deve crescer entre 2% e 3% em 2022.

A estimativa é que a economia maranhense cresça mais que a de outros estados brasileiros, como a Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.  “Projeção é que a economia do Maranhão siga crescendo acima da média brasileira”, disse o governador Flávio Dino, ao divulgar nesta segunda-feira (3), nas redes sociais, os números da projeção. 

“O resultado do PIB projetado para o Maranhão é maior do que o resultado esperado para o país, que é de 0,58%, conforme consta no primeiro boletim Focus de 2022, divulgado no dia 03/01/21 pelo Banco Central”, aponta a nota divulgada nesta terça (4) pelo IMESC (Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos). O Boletim de Conjuntura Econômica do instituto também projeta crescimento da economia do estado acima da nacional.

Fatores de crescimento

O IMESC citou como vetores (causas) do crescimento, o setor primário, o comércio, os serviços de transporte e a indústria de transformação – com destaque para a retomada da produção de alumínio – além dos investimentos em obras de infraestrutura.

Comércio é um dos responsáveis pela tendência de crescimento do PIB do MA. (Foto: Gilson Teixeira)

Destacam-se também a relevância das obras, de novos investimentos e a retomada da produção de alumínio do Consórcio de Alumínio do Maranhão (Alumar/Alcoa), em São Luís, que contou com R$ 400 milhões em investimentos estaduais.

“Com gestão, planejamento e eficiência, temos garantido aos maranhenses emprego e renda. Dados como esse demonstram que quando o trabalho é feito de forma séria, é possível que o Estado retome seu desenvolvimento econômico”, pontuou o secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo.

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