Eleições 2018

O futuro político de João Alberto segue indefinido

O Senador ainda não proferiu nenhuma confirmação sobre sua candidatura em 2018, ao contrário de seus colegas, Edison Lobão e o ministro do Meio Ambiente sarney Filho, que já demonstraram interesse ao Senado Federal

Foto: Reprodução

Após se reunir com parlamentares do PMDB do Maranhão esta semana em Brasília para anunciar que estará na disputa eleitoral para o governo do estado, a ex-governadora Roseana Sarney acabou fortalecendo a chapa do seu grupo político que concorrerá ao Senado Federal. Bom para o senador Edison Lobão (PMDB) e para o ministro de Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), que já se manifestaram ser pré-candidatos em 2018. A tendência é que ambos concorram à Câmara Alta. E como fica a situação do atual senador João Alberto neste cenário político? A resposta é indefinida.

A indefinição de João Alberto é até certo ponto natural. Ele não demonstra querer errar na escolha sobre seu futuro. Tanto que, apesar dos anúncios públicos de Lobão e Sarney Filho a respeito do Senado, João Alberto mantém o mesmo discurso: o do coletivo.
Sem externar sua verdadeira vontade política, o senador peemedebista tenta não demonstrar o incômodo por esta situação para evitar rachas internos. Procurado pelo jornal O Imparcial, João Alberto fez questão de desmentir as informações de que estaria chateado por não ter sido o escolhido para concorrer à reeleição ao Senado Federal.

Grupo político

De acordo com o parlamentar, sua candidatura é do seu grupo político e, por isso, não haveria espaços para rusgas internas para decidir quem merece disputar as eleições para o Senado no ano que vem.

O senador reconhece a dificuldade em concorrer à reeleição e, talvez por isso, tenha deixado as portas abertas para ocupar qualquer cargo no ano que vem, como, por exemplo, ser o vice na chapa de Roseana. Porém, garantiu que seu futuro será definido somente em 2018.
“Eu posso ser senador e eu posso ser tudo. Só decido ano que vem. A minha vontade é a vontade do grupo. Eu sou grupo. Eu vou seguir o que o grupo decidir sem nenhuma rusga, sem nada”, afirmou o senador do PMDB.

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