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Motoristas do Uber fazem manifestação em São Luís

A previsão é que os manifestantes sigam da Praça do Pescador, localizada na Av. Litorânea, até a Câmara Municipal; não haverá bloqueio de vias

Motoristas já se reúnem na Praça do Pescador, na Av. Litorânea.

Ocupando apenas uma faixa das vias da cidade e buscando a regularização, motoristas do aplicativo Uber se reúnem na manhã desta terça-feira (22) em carreata que vai da Praça do Pescador, na Av. Litorânea, em direção à Câmara Municipal, no Centro. A concentração teve início às 8h.

O administrador e motorista de Uber Anderson Araújo afirma que o que motivou a manifestação foram as 11 apreensões de veículos realizadas nesta segunda-feira (21) pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT). “Nós não somos ilegais! Estamos pautados pela Lei da Mobilidade Urbana, da Constituição Federal. Isso já tá virando um stress e a população já tá ficando chateada”, pontuou o motorista.

Geovane Costa, também motorista do Uber, ressaltou a importância da manifestação. “Queremos chamar a atenção da população para o fato de que nós não somos ilegais. Queremos mostrar para a sociedade que nós só queremos levar o pão para as nossas famílias através de um trabalho reconhecido legalmente”, disse.

Nas redes, internautas comemoraram a decisão dos motoristas do Uber de manifestarem sem o bloqueio de vias. “Você vê a diferença quando os motoristas Uber organizam uma manifestação sem atrapalhar o trânsito e a vida de ninguém”, disse um usuário do Twitter. Outro internauta pontuou: “há mercado tanto para táxi, quanto para Uber. Enquanto isso, os carrinhos irregulares seguem sem problemas”.

Protesto dos taxistas

Na manhã desta segunda-feira (21), a vez foi dos taxistas protestarem contra o serviço que funciona desde fevereiro em São Luís. Foi bloqueado todo o perímetro da Ponte Governador José Sarney – a Ponte do São Francisco -, o que ocasionou engarrafamento quilométrico na região do Centro e do São Francisco. Ação que acabou, para centenas de pessoas que ficaram presas no trânsito, sendo um “tiro no pé” dos próprios taxistas.

 

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