
Contudo, a popularidade veio mesmo durante o reinado de Elizabeth I, na Inglaterra do século 16. Depois da primeira Guerra Mundial, durante os anos 1920, as donas de casa encontraram no batom uma saída para expressar a feminilidade tão engessada por conta dos anos difíceis.
“Naquela época, foi inventado um vermelho tão puro que logo foi apelidado de Ferrão de Abelha. Sozinho ou acompanhado de outros produtos, pode ser uma ótima escolha para realçar a beleza de qualquer mulher”, exclama Marcos Costa, maquiador da Natura, desde o ano passado aposta na campanha #meuvermelho como convide a cada mulher a encontrar um vermelho para chamar de seu.
Já nos anos 30, o item ganhou a forma sólida que conhecemos hoje. Apesar de estar presente na maquiagem há décadas, ainda existe muito tabu em torno da cor, mas acredite: não tem nenhuma restrição para o seu uso e em todas as mulheres o batom vermelho valoriza o tom da pele. “Para as negras, aposte em cores profundas acesas e vibrantes, como o vinho, já as morenas e orientais de pele amarelada, o vermelho vibrante que puxa para o tomate são os mais adequados. E as loiras com as maçãs são naturalmente viçosas, invista nas cores quentes como os tons de coral”, conta Marcos Costa.

Os lábios
Lábios ressecados não combinam com batons de tons vibrantes, inclusive o vermelho. Por isso, é importante manter a região sempre hidratada – um batom hidratante é sempre bem- vindo e você e pode usá-lo quantas vezes quiser ao longo do dia. Se sentir que eles estão descamando, experimente passar as cerdas da escova de dentes sobre os lábios.
Lábios grossos têm um segredo: investir nos acabamentos mais secos, como o matte, e em tons mais fechados como o cereja e o vinho. E para aquelas que têm a pele mais madura, a dica é contornar os lábios com um lápis cor de boca ou com um pincel antes de aplicar o produto. Assim, evita-se possíveis borrões
Por O Imparcial