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Suspeito de execução de líder comunitária é preso

Ana Cláudia Barros foi morta a tiros na tarde de sexta-feira, dia 9. De acordo com a investigação, vítima havia registrado ocorrência antes do crime

Foto: Divulgação.


Divulgação

Ana Cláudia Barros, de 53 anos foi assassinada dentro de sua própria casa, no bairro da Vila União.

Um homem identificado como Francisco das Chagas Sousa está preso suspeito de participar da execução da líder comunitária Ana Cláudia Barros, de 53 anos. Ela era líder comunitária no bairro da Vila União e foi assassinada  a tiros na tarde da última sexta-feira, dia 9, na Avenida da Fraternidade, na Vila União, em São Luís. O homem que, de acordo com a polícia, possui envolvimento direto com o crime conseguiu ser encontrado após a investigação descobrir que era ele o proprietário da motocicleta utilizada no esquema que resultou na morte de Ana Cláudia. Ele está detido na Delegacia de Homicídios de São Luís.

O corpo da vítima está sendo velado na Associação de Moradores da Vila União, local onde Ana Cláudia desenvolveu seus trabalhos como líder comunitária. O enterro será no Cemitério Parque da Saudade, no Vinhais, na tarde deste sábado. Segundo informações de um morador que preferiu mante sua identidade em sigilo, o local onde a vítima foi assassinada é alvo constante de violência e assaltos e disse que, há menos de 15 dias, outro homicídio aconteceu na mesma rua.
O secretário Jefferson Portela alertou para que, em situação de ameaça, as vítimas devem buscar o Programa de Proteção à Testemunha, oferecido pelo Estado o mais rápido possível. De acordo com a lei, o programa oferece Segundo ele desde a mudança de bairro até ir para outro Estado.
Relembre o caso
Conforme informações disponibilizadas pela Polícia Civil, a vítima estava arrumando o cabelo em sua casa, na companhia de outra pessoa, quando os criminosos chegaram em uma motocicleta XRE 300 azul, de placa NXN-9860. Um dos criminosos desceu da moto e entrou na casa da vítima. Ana Cláudia, ao se deparar com o acusado foi alvejada. Os dois homens fugiram em seguida sem serem identificados. Os moradores ainda tentaram socorrer a líder a comunitária, mas ela morreu a caminho da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Araçagi.
Após a fatalidade, o 7º Distrito Policial (DP) divulgou que a mulher teria registrado boletim de ocorrência, dias antes, denunciando um traficante que atua na área. A suspeita é de que o crime seja uma represália às denúncias.
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