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ACERVO

Documentos sobre a redemocratização brasileira ganham versão digital

São mais de 500 mil documentos entre arquivos presidenciais do primeiro governo civil brasileiro pós-ditadura militar, documentos do Senado Federal dos anos 2000 e relíquias documentais do Governo do Maranhão da década de 1960

Divulgação/Reprodução

A Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB) deu inicio ao processo de digitalização de um acervo com mais de 500 mil documentos para acesso público. Entre os documentos estão arquivos presidenciais do primeiro governo civil brasileiro pós-ditadura militar, documentos do Senado Federal dos anos 2000 e relíquias documentais do Governo do Maranhão da década de 1960.

Segundo o secretário de Estado da Educação (Seduc), Felipe Camarão, o processo é necessário para a democratização do conhecimento. “O papel dos museus, como guardiães da memória, certamente continuará importante no futuro, mas é preciso garantir que esse conhecimento seja democratizado, e a tecnologia está aí para nos ajudar nisso”, afirma.

De acordo com a a assessoria da FMRB, o trabalho de digitalização do acervo ainda está em fase inicial e deverá prosseguir pelos próximos anos. O processo é liderado pelo setor de Biblioteconomia da FMRB, com auxílio do Laboratório de Restauração de Papéis da instituição.

“Basicamente o trabalho consiste na retirada os documentos das pastas poliondas, onde estão armazenados, higienização de todo o conteúdo, restauração do que for necessário, para, em seguida, ser iniciada a digitalização, que pode ser feita por scanner ou fotografia”, explica o assessor da FMRB, Madson Fernandes.

Os arquivos digitalizados serão gradualmente disponibilizados no site da FMRB (http://www.fmrb.ma.gov.br) através da Plataforma Tainacan, ferramenta em código aberto que atua na gestão de acervos culturais, arquivos, bibliotecas e cinematecas. 

A FMRB é sediada no Convento das Mercês e oferece serviços museológicos por meio do Museu da Memória Republicana Brasileira, que guarda o acervo presidencial do primeiro governo civil após a ditadura militar, além de serviços educacionais e culturais para a comunidade por meio de cursos, oficinas e eventos.

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