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PAGAMENTOS

Pix Cobrança, semelhante aos boletos, começa a funcionar

O serviço ainda não permite agendamentos para vencimentos futuros. A funcionalidade só entrará em vigor a partir do dia 1º de julho.

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Os bancos e a instituições financeiras que aderiram ao Pix, serviço de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), passaram a fornecer o o serviço Pix Cobrança desde a última sexta-feira (14). Semelhante ao boleto bancário, permite o pagamento imediato a empresas e prestadores de serviços por meio do código QR (versão avançada do código de barras).

Como o boleto bancário, o Pix Cobrança permitirá a inclusão de juros, multas e descontos. Bastará o cliente abrir o aplicativo da instituição financeira, fotografar o código QR com a câmera do celular e fazer o pagamento pelo Pix com a data atual, com encargos e abatimentos calculados.

O serviço ainda não permite agendamentos para vencimentos futuros. A funcionalidade só entrará em vigor a partir do dia 1º de julho. A justificativa é a necessidade de tempo para as instituições financeiras se adaptarem.

Neste domingo (16), o Pix completa seis meses de operação. Até o fim de abril, segundo os dados mais recentes do Banco Central, o serviço tinha movimentado R$ 951 trilhões em 1 trilhão de transações. Até o mês passado, o sistema de pagamentos instantâneo tinha 82 milhões de pessoas físicas e 5,4 milhões de pessoas jurídicas cadastradas.

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