A 7ª edição do evento musical gratuito mais aguardado pelos ludovicenses, o Festival BR-135, teve encerramento na noite do último sábado (1) e, mais uma vez, embalou o Centro Histórico de São Luís em uma inesquecível festa recheada de cultura.
Apesar do cancelamento do show do Zeca Baleiro na primeira noite, o público ludovicense provou que nem a mais forte tempestade é páreo para desanimar o rolê. Mesmo embaixo da chuva, a festa na Praça Nauro Machado do dia 29 de novembro continuou até ser suspenso o resto da programação por questões de segurança.
Na segunda noite, sexta-feira (30), a programação se alastrou pelo resto do Centro. Além do palco principal na Nauro, a Praça do Reggae, a escadaria da Rua do Giz e o Beco dos Catraeiros foram ocupados com várias apresentações de estilos músicais distintas. Rubel, seguido de Tássia Dias, foram as atrações principais da noite.
Banda Ornitorrincos do Sertão antes do show de Rubel, no palco principal. (Foto: Magna Protasio)No último dia, 1 de dezembro, a Praça Nauro Machado abriu com Boi de Santa Fé seguidos de Afrôs e Núbia. Na escadaria, Me Ludo não deixou ninguém parado com eletrônica. A Praça do Reggae contou com as bandas maranhenses Cuscuzeira e Tiago Máci. Ao fim, Getúlio Abelha, do Piauí, roubou o show com misturas de pop, forró e letras e apresentações irreverentes – e incríveis.
Getúlio Abelha, na Praça do Reggae. (Foto: Reprodução)- (Foto: Divulgação)
- Cuscuzeira, na Praça do Reggae. (Foto: Divulgação)
- Tiago Máci na Praça do Reggae. (Foto: Divulgação)
- (Foto: Divulgação)
Encerrando a programação do palco principal – e, consequentemente, do Festival – estavam a banda de indie pop Maglore, da Bahia, seguida por Academia da Berlinda, de Pernambuco, que fez a praça inteira dançar com seus ritmos regionais alegres.
- Os baianos Maglore no encerramento do palco principal. (Foto: Divulgação)
- Academia da Berlinda, no encerramento do Festival. (Foto: Divulgação)
- Apresentação de Afrôs, no palco principal. (Foto: Divulgação)
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- Núbia, no palco principal. (Foto: Reprodução)
- Boi de Santa Fé. (Foto: Divulgação)
Com chave de ouro, Criolina, dupla composta por Alê Muniz e Luciana Simões – também os organizadores do festival – nos fez dar o último suspiro na cultura que permeia as ruas do Centro de São Luís durante o BR 135. O gostinho de quero mais ficou, e, desde já, estamos ansiosos pelo próximo.
Alê Muniz e Luciana Simões, do Criolina. (Foto: Divulgação)
Por Giovana Kury










