O Maranhão é tão pobre que até a greve dos juízes federais e membros do MPF, com salários iniciais de R$ 27,5 mil, fora os penduricalhos, ficou restrita às capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Belém. Os togados lutam pela “dignidade remuneratória, independência na função e garantias constitucionais”.
Fora da greve
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