Passaram-se seis anos, e a Justiça, finalmente, reconheceu o erro nos procedimentos do hospital e o condenou a pagar danos morais. “Não cura nenhuma dor, mas talvez ensine profissionalismo e seriedade ao hospital”, desabafou Flávio Dino, anunciando que a indenização será doada.
Erro reconhecido
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