SUBIU

Preço da cesta básica aumentou em 18 cidades

Em maio 2018, o valor do conjunto de produtos de necessidade básica aumentou em 18 capitais brasileiras, incluindo São luís

Foto: Divulgação

Em maio 2018, o valor do conjunto de produtos da necessidade básica aumentou em 18 capitais brasileiras, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). A cesta com o valor mais caro foi de R$ 446,03, no Rio de Janeiro, e os menores valores médios foram de R$ 327,56 e R$ 336,36, em Salvador e Recife respectivamente.

São Luís

O preço da cesta básica em São Luís foi de R$ 349,98 em maio deste ano, com aumento de 1,35% em relação a abril. A cidade apresenta o sexto menor valor para a compra dos alimentos. Entre os meses de abril e maio de 2018 dez produtos sofreram alta em seu valor médio: manteiga, leite integral, açúcar refinado, banana, pão francês, carne bovina de primeira, óleo de soja, café em pó, tomate e arroz agulhinha. Enquanto que o feijão carioquinha e a farinha de mandioca apresentaram reduções nos preços.

No mês de maio, o custo da cesta básica em São Luís comprometeu 39,88% do salário mínimo líquido, contando com os descontos previdenciários.

Cesta Básica X Salário Mínimo

Baseado no valor da cesta básica mais cara, e levando em consideração a determinação constitucional que estipula que o salário mínimo deve suprir as despesas básicas do trabalhador e da família, compondo alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estipula mensalmente o valor do salário mínimo necessário. A remuneração em maio deste ano para sustento de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.747,10, ou 3,93 vezes o salário mínimo nacional de R$ 954,00. Em maio de 2017, o mínimo necessário era equivalente a R$ 3.869,92 ou 4,13 vezes o salário mínimo nacional do mesmo ano, que correspondia a R$937,00.

Ao comparar o custo da cesta e o salário mínimo líquido, depois do desconto referente à Previdência Social, observa-se que o trabalhador que recebe pelo piso nacional destinou em maio 2018, 43,75% do salário mínimo para comprar os mesmos produtos que, em abril demandavam 43,16%.

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