Região Metropolitana

Nova ponte interligará os bairros do Maiobão e Cohatrac

A Ponte Pátio Norte está em fase de construção e deverá ser entregue no segundo semestre de 2018.

Reprodução

Está em fase de construção a nova ponte que irá desafogar o trânsito e diminuir distâncias para quem precisa se deslocar entre o Maiobão e o Cohatrac. Serão 220 metros de comprimento por 11 metros de largura, interligando os municípios da Região Metropolitana de São Luís.

Construída pelo Governo do Maranhão nas proximidades do Shopping Pátio Norte, a nova rota vai reduzir os atuais 6 quilômetros de vias que separam os bairros vizinhos e que interligam mais de 200 mil pessoas que moram na região. A previsão de entrega da obra é para o início do segundo semestre de 2018.

A construção de vias que interligam São José de Ribamar, Paço do Lumiar e São Luís, além da recuperação das MAs 201 e 202 são ações que, somadas às outras intervenções como alteração geométrica da Forquilha, vêm criando caminhos e alternativas para um trânsito melhor.

As obras seguem de forma contínua na implantação de outras duas pontes: da Juçara e do Parque Vitória. Orçadas em R$ 13,7 milhões, elas facilitarão o acesso dos mais de 1,4 milhão de moradores da região metropolitana.

Fases da obra

Para realizar a obra, foi feita primeiramente a instalação da chamada “ponte branca”. É nada mais nada menos do que uma ponte de madeira, construída previamente para proporcionar mobilidade aos funcionários da obra durante a construção da ponte oficial de concreto, que fica acima da ponte branca. A estrutura provisória será retirada no término da obra. O ritmo da construção segue do sentido Jerônimo de Albuquerque para a MA-201.

“Para a gente fazer a cravação dos blocos, precisamos dar condução ao Bate-Estacas [equipamento utilizando para cravar as estacas que se tornam a base para a construção da ponte oficial], então, construímos a ponte branca”, explica o engenheiro ambiental da obra, Adriano Martins.

Também na fase inicial, foi realizado um estudo da região para prever e minimizar os impactos ambientais. “Temos diversas formas de prever e prevenir os impactos. Uma delas é a questão dos resíduos sólidos, em que acondicionamos estes resíduos e encaminhamos para as empresas realizarem a destinação final corretamente. Além disso, a obra também contempla o plano de recuperação da área degrada da bacia hidrográfica do Rio Paciência”, ressalta o engenheiro.

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