AFOGAMENTO

Bombeiros buscam por homem desaparecido em Alcântara

Renan Pinheiro Galvão, de 33 anos, foi à Praia de Mamuna, em Alcântara, para um fim de semana de diversão e acabou sendo levado pela força do mar

Reprodução

Já se passaram 4 dias desde o desaparecimento do jovem Renan Pinheiro Galvão, de 33 anos, e nenhum vestígio foi encontrado. Ele estava na Praia de Mamuna, em Alcântara, no domingo, 08, quando foi levado pela força das ondas, sem deixar rastros.

Graciele Galvão, irmã de Renan, conta que ele estava tomando banho de mar com amigos e familiares quando desapareceu. “Ele tava com uma sobrinha nossa e uns amigos, usando uma boia. Teve uma hora que a boia saiu da mão dele e ele acabou indo pro meio do mar, mas ninguém conseguiu segurar na mão dele”, relata a jovem.

Renan, natural do município de São Bento, foi para a praia junto a amigos e familiares para um fim de semana de diversão. Segundo a irmã, ele desapareceu por volta das 10h da manhã de domingo, 08, e segundo informações, Renan estava de boia porque não sabia nadar.

O Corpo de Bombeiros e o Centro Tático Aéreo (CTA) foram acionados para fazer as buscas pelo corpo, mas até esta quinta, 12, nenhum vestígio foi encontrado. “As buscas permanecem, mas por ser uma região de mar aberto, onde convergem correntes marítimas é muito difícil. Não descartamos a possibilidade de que o corpo tenha sido arrastado para o Canal do Boqueirão. Contamos com a ajuda do CTA para ter uma visão melhor do perímetro, uma vez que por mar tem essa dificuldade”, afirma o Capitão Sousa, do Batalhão de Bombeiros Marítimos (BBMar).

O CTA informa que ainda no domingo direcionou dois pilotos e dois regatistas em helicóptero para a região. Na terça, 10, os trabalhos foram suspensos devido às fortes chuvas. Foram retomados, mas sem sucesso. Segundo o Major Cabral, do CTA, as buscas agora seguem somente com a participação do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o Capitão Sousa, o protocolo de buscas é de cinco dias, tempo que é suficiente para que o corpo afogado possa emergir para a superfície.

A irmã, no entanto, faz apelo para que o Corpo de Bombeiros prolonguem as buscas pelo irmão que já desapareceu há 96 horas. “A gente pede que eles continuem procurando meu irmão para, pelo menos, ele ter um enterro digno“, lamenta. Para Graciele e familiares, as esperanças ainda são de encontrar Renan. Uma prima publicou um apelo também pelo Facebook, para que outras pessoas possam a ajudar.

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