Brasil · força-tarefa

Operação Caminhos Seguros: três presos por estupro e exploração de menores em 72 horas no Maranhão

Ações ocorreram em São Luís, Imperatriz e no Ceará; vítimas incluem crianças e adolescente com TEA e TDAH

Operação Caminhos Seguros: três presos por estupro e exploração de menores em 72 horas no Maranhão

Dando continuidade às ações realizadas no âmbito da “Operação Caminhos Seguros” — força-tarefa de repressão a crimes contra crianças e adolescentes —, a Polícia Civil do Maranhão prendeu, nas últimas 72 horas, três investigados pelos crimes de estupro e exploração de menores. As prisões foram efetuadas em São Luís, Imperatriz e no estado do Ceará.

Em São Luís, equipe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) cumpriu, na sexta-feira (15), mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por estupro de vulnerável contra uma adolescente de 17 anos diagnosticada com TEA e TDAH. A delegacia representou pela prisão após laudo pericial confirmar indícios de violência sexual, incluindo a presença de sêmen.

Também na sexta (15), policiais civis de Açailândia, com apoio da Polícia Civil do Ceará, prenderam preventivamente um homem investigado por estupro de vulnerável e apropriação indébita, crimes supostamente praticados em Açailândia. As investigações apontaram que o investigado, tutor de fato de uma criança de 10 anos, praticou ato libidinoso diverso da conjunção carnal contra a vítima. Ele foi localizado e preso em Santa Quitéria (CE).

Em Imperatriz, a DPCA local cumpriu, na manhã desta segunda-feira (18), mandado de prisão temporária contra um indivíduo investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de 11 anos. A revelação do abuso ocorreu de forma espontânea durante palestra institucional em escola da rede pública, no âmbito da Operação Caminhos Seguros. A vítima procurou a autoridade policial e relatou que o investigado, dono de um comércio próximo à sua residência, praticava atos libidinosos aproveitando-se de sua vulnerabilidade. A prisão foi deferida pela Justiça devido à necessidade de depoimento especial, oitivas complementares e possível identificação de outras vítimas, considerando o modus operandi do autor, que utilizava a mercearia frequentada por crianças para cometer os crimes.

Após os procedimentos de praxe nas delegacias, os presos foram encaminhados a unidades prisionais, ficando à disposição da Justiça.

*Fonte: PCMA