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O que vale mais a pena: trocar ou consertar eletrodomésticos antigos?

Avaliar a frequência de quebras e a idade do aparelho são fatores que influenciam na melhor decisão

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Um eletrodoméstico com defeito é uma dor de cabeça que ninguém quer enfrentar.  Alguns ficam tão enraivecidos com a quebra que já querem logo comprar um novo aparelho, sobretudo porque hoje é mais fácil fazer essa substituição, uma vez que a compra pode ser feita pela Internet para entregar na sua casa.

Quem opta pela substituição do eletrodoméstico sabe que essa troca fica mais em conta com um cupom de desconto Casas Bahia. Porém, a grande questão é: vale mais a pena trocar ou consertar o aparelho antigo? Em quais situações cada uma dessas opções é mais vantajosa? Entenda o que você deve levar em consideração no texto a seguir.

Quando vale a pena consertar?

Mas será que trocar o seu aparelho é sempre o melhor caminho? Não é bem assim. Se ele ainda é um modelo novo ou com poucos anos de vida útil (até 7 anos) e esse é um problema isolado, é melhor procurar o conserto. A situação pode ser resolvida com a substituição de uma simples peça desgastada, sendo que isso irá sair muito mais barato que uma compra.

Tanto que o valor do reparo deve ser o grande termômetro para decidir se é mais vantajoso consertar ou comprar um novo. Como regra, se o valor do conserto ficar em até 50% do valor de um novo aparelho, é mais negócio fazer o reparo. Preste atenção na frequência de problemas: se o eletrodoméstico apresentou uma falha pontual, o conserto é o suficiente para prolongar a vida útil dele.

E quando vale a pena comprar um novo eletrodoméstico?

Contudo, existem situações em que o conserto não é a alternativa mais vantajosa. Mesmo que ele seja possível, o reparo pode ser caro demais ou demorar tempo demais, o que não é uma escolha para quem tem urgência. Esses são alguns cenários em que é melhor providenciar a compra de um novo eletrodoméstico.

O mesmo vale para quem utiliza ainda eletrodomésticos muito antigos, especialmente no caso de modelos que já têm de 10 a 15 anos de idade. A idade avançada deles é sinônimo de uma tecnologia obsoleta e de maior dificuldade em encontrar peças para substituir as estragadas.

Inclusive, esses aparelhos têm maior tendência a quebrar e necessitar de reparos recorrentes. Quando eles passam por diversos consertos, é sinal de que o desgaste geral dos componentes está grande e não compensa continuar substituindo.

Outro fator que pode pesar bastante no bolso é a questão da baixa eficiência energética. Os modelos mais antigos podem consumir bem mais energia que os novos, sendo que em alguns casos esse consumo é 40% maior. Ou seja, manter um aparelho antigo irá trazer mais despesas a longo prazo, sendo um caminho mais econômico escolher a troca.

Avaliação profissional

Mesmo considerando os pontos listados acima, é um erro tentar fazer uma avaliação do cenário por conta própria, mesmo consultando a Internet. Para tomar uma decisão mais acertada, sempre é importante procurar conhecer a opinião de um técnico especializado, para que ele possa fazer um diagnóstico completo da situação do eletrodoméstico.

Isso porque, nem sempre, o defeito aparente é o que realmente está causando um problema no aparelho. A avaliação de um técnico experiente consegue ser mais precisa na identificação da origem da falha, indicando quais são as possíveis soluções para o caso.


Fazer isso também é importante por uma questão de custo benefício. A avaliação do profissional evita despesas desnecessárias, seja em relação a um conserto ineficaz ou a compra de um novo aparelho sem a necessidade. Há uma questão de segurança também, uma vez que o reparo feito por um profissional capacitado é fundamental para garantir o funcionamento do aparelho e estender a sua vida útil.