Bolsonaro minimiza delação de Cid e diz que “não tem por que” ser condenado
Ex-presidente disse que não irá confrontar ex-ajudante de ordens e se declarou inocente de acusação de tentativa de golpe.
Ex-presidente disse que não irá confrontar ex-ajudante de ordens e se declarou inocente de acusação de tentativa de golpe.
O militar também negou ter sido coagido e ressaltou que a delação foi voluntária.
Foram cinco pedidos preliminares das defesas; todos negados. Com isso, o julgamento será retomado nesta quarta-feira (26).
Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Cid fez acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF) na qual contou a participação do ex-presidente e aliados na tentativa de golpe
O inquérito investiga se Bolsonaro assim como seus ex-assessores, tentaram subtrair ilegalmente presentes dados à União.
O texto deve possuir informações mais aprofundadas a respeito da participação de oficiais das Forças Armadas no planejamento que visava derrubar o sistema democrático e instaurar um regime totalitário.
A "Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro", foi comunicado em novembro de 2022 e obteve a assinatura de 37 militares.
Advogado do militar diz que pedirá o procedimento à Polícia Federal, para confrontar as versões dos indiciados por golpe
Bolsonaro ainda fará um terceiro procedimento, mas ainda sem data marcada.
O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro acatou orientação da defesa e não respondeu às perguntas da comissão