Política · Entrevista Exclusiva

“Não vou entrar nesse jogo de ódio e violência”, afirma Flávio Dino

Em entrevista exclusiva ao O Imparcial, o governador Flávio Dino falou das obras continuadas da gestão passada, jogo político, acusações e, claro, reeleição

“Não vou entrar nesse jogo de ódio e violência”, afirma Flávio Dino

Disputar um novo mandato, para Flávio Dino, é antes de tudo um compromisso de fazer mais pelo Maranhão. “Também uma questão de justiça, porque temos um caminho definido”. Mesmo diante da crise que atingiu o país e os estados, reduzindo R$ 1,5 bilhão dos repasses federais, ele diz ter construído, reformado e ampliado mais de 800 prédios escolares nos três níveis de ensino. Sobre obras continuadas de Roseana, Dino diz que é dever dele fazê-las. “Ninguém é dono de obras públicas. O dono é o povo”.

E alfineta: “Se fosse continuar o governo dela, como eles dizem, aí sim seria continuar um desastre”. Flávio Dino nega as acusações da oposição de direcionar os recursos apenas para municípios de prefeitos aliados. Cita, como exemplo de que isso não é verdade, os municípios de Barreirinhas e Imperatriz, de prefeitos opositores, mas que têm parcerias de investimentos com o Estado. “É a retórica do desespero. Eles agem com ódio, violência, eu não vou entrar nesse jogo”. E os casos denunciados de suposta corrupção? “Tudo mundo sabe como ajo. Ninguém é capaz de me propor algo imoral, proposta indecente. Todos sabem qual seria a resposta. E tenho tido a firmeza de aplicar a lei”