Líder tucano diz que pré-candidatura de Lula explicita abatimento de Dilma
Ao afirmar que ‘está quieto no canto’, mas que é ‘bom de briga’, o cacique petista antecipou um movimento esperado por aliados apenas no fim de 2016
Lula lançou-se candidato ao Planalto em 2018 e tenta desviar o foco das acusações
O discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em 1º de maio, não deixou dúvidas para petistas ou tucanos: alvo de investigação do Ministério Público Federal por denúncias de tráfico de influência internacional a fim de ajudar empreiteiras brasileiras a obter contratos no exterior, Lula lançou-se candidato ao Planalto em 2018 e tenta desviar o foco das acusações. Ao afirmar que “está quieto no canto”, mas que é “bom de briga”, o cacique petista antecipou um movimento esperado por aliados apenas no fim de 2016 e explicitou ainda mais o enfraquecimento político da presidente Dilma Rousseff. Opositores veem a manobra como um ato de desespero do próprio PT, mergulhado em profunda crise institucional.

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