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Terceiro suspeito de ataque que matou grávida e criança morre em confronto no Maranhão

João Henrique Lindoso Silva, conhecido como "João Preto", é o terceiro investigado morto durante as operações policiais.

As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

As forças de segurança do Maranhão registraram mais um avanço nas investigações do ataque que matou uma mulher grávida e o filho dela, de 4 anos, em São João Batista, na Baixada Maranhense. Foi confirmada, na manhã desta terça-feira (14), a morte de um terceiro suspeito durante confronto com equipes policiais.

O homem foi identificado como João Henrique Lindoso Silva, conhecido como “João Preto”. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA), ele reagiu à abordagem durante as diligências realizadas na região e morreu após a troca de tiros.

A informação foi divulgada pelo governador Carlos Brandão nas redes sociais. Na publicação, ele classificou o crime como “bárbaro” e afirmou que as forças de segurança permanecem mobilizadas para prender todos os envolvidos.

“Informo que um terceiro envolvido no crime bárbaro de São João Batista morreu em confronto com a polícia. Nossas forças de segurança seguem mobilizadas para prender todos os responsáveis”, afirmou o governador.

Com a morte de João Henrique, sobe para três o número de suspeitos mortos durante as ações policiais iniciadas após o duplo homicídio. No último domingo (12), Joelson Braga Araújo morreu em confronto com policiais no povoado Arrebenta, na zona rural de São João Batista. Horas depois, David João Gaspar Penha, conhecido como “Mucurão”, também foi morto durante uma ação das forças de segurança.

Um dos suspeitos envolvidos no caso foi morto após entrar em confronto com a polícia no dia 12, e um segundo homem foi preso (Foto: Reprodução)

Outro investigado, Mateus Costa Pinheiro, chegou a ser detido, mas foi colocado em liberdade por determinação judicial. De acordo com o delegado Ederson Martins, não havia elementos suficientes para a lavratura do auto de prisão em flagrante.

Investigação

As investigações apontam que o ataque teria sido motivado por uma disputa entre facções criminosas. Conforme a Polícia Civil, o alvo seria o companheiro da mulher e pai da criança, mas, como ele não foi encontrado, os criminosos atacaram os familiares.

Desde o crime, mais de 100 agentes das polícias Civil e Militar, além de equipes do Centro Tático Aéreo (CTA) e da Perícia Oficial, atuam nas buscas pelos suspeitos. A SSP-MA informou que o reforço policial será mantido na região até a localização de todos os envolvidos no ataque.