Esportes · DESAFIO

Destaque em Portugal, jogador ludovicense desperta interesse de clubes europeus

Ludovicense, ele deu os primeiros passos no Cefama onde ficou até aos 15 anos até sair para a divisão de base do Sampaio Corrêa, onde foi campeão

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Jogar futebol e fazer sucesso na Europa tem sido o sonho de um elevado número de jovens brasileiros. Esse objetivo tem chegado bastante ao Maranhão, de onde saem muitos talentos, tanto da capital como do interior. Por aqui, circulam dezenas de “olheiros”, que depois de rigorosas avaliações indicam atletas, inicialmente, às divisões de base de clubes do Sul. Orientados por técnicos especializados nesse tipo de preparação, eles crescem de produção até serem exportados para outros países.

Por conta disso, é comum o desportista maranhense tomar conhecimento de profissionais da bola fazendo sucesso lá fora, sendo que a maioria nem chegou a atuar pelos grandes times da Série A, a primeira divisão do estado.

Pietro Pizzolato (Foto: Reprodução)

A lista está ficando cada vez mais extensa pois chega a outros continentes. Um desses atletas que resolveram enfrentar o desafio desde cedo é Pietro Pizzolato. Ludovicense, ele deu os primeiros passos no Centro de Formação de Atletas (Cefama) onde ficou até aos 15 anos até sair para a divisão de base do Sampaio Corrêa, onde foi campeão. Atuando como lateral-esquerdo e zagueiro, ele logo se destacou e passou a ser olhado com carinho pelo técnico Edson Medeiros.

Como o Tricolor parou de investir na base, logo, os observadores apostaram no sucesso do garoto em outro estado. A “Jóia” foi indicada ao São Caetano-SP, pelos empresários Osvaldo e Marcos Pecin. De lá, não demorou muito para chegar à Europa, começando em Portugal, onde vem se destacando na divisão Sub-20.

Trajetória, adaptação e transferências

Pizzolato, cujo bisavô é italianos, nasceu em São Luís, mas desde criança já demonstrava habilidade com a bola e logo despertou a atenção dos pais – Gilberto e Karina -, que passaram a apoiá-lo. Para atingir seu objetivo ele afirma ter se dedicado bastante, sendo que às vezes pegou caronas no veículo de um amigo até chegar ao local dos treinamentos.

(Foto: Reprodução)

Depois de mostrar qualidades no Brasil, o jovem não teve dificuldades de adaptação ao futebol português. “Primeiro, por causa do idioma, e depois devido ao grande número de jogadores brasileiros que atuam lá, tanto no profissional como na categoria sub-20. Foi fácil interagir e ganhar entrosamento rápido que acabou ajudando no meu desempenho em campo”, destacou.

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