A votação do chamado Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2858/22) voltou a expor divisões na bancada maranhense na Câmara dos Deputados, ao tratar de um tema sensível: a redefinição de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito. A proposta, que ganhou destaque por seus possíveis efeitos sobre condenados pelos atos de 8 de janeiro, reacendeu o debate jurídico e político em torno dos limites entre revisão penal e segurança institucional.
Entre os parlamentares do Maranhão, votaram a favor do projeto Allan Garcês (PP), Aluísio Mendes (Republicanos), Amanda Gentil (PP), Cléber Verde (MDB), Detinha (PL), Hildo Rocha (MDB), Josimar Maranhãozinho (PL), Josivaldo JP (PSD), Júnior Lourenço (PL), Juscelino Filho (União Brasil), Márcio Honaiser (PDT), Marreca Filho (PRD), Pastor Gil (PL) e Pedro Lucas Fernandes (União Brasil).
Na análise mais recente, realizada em 30 de abril de 2026, esses parlamentares mantiveram o posicionamento ao votar pela derrubada do veto presidencial ao texto, o que representou metade da bancada maranhense alinhada à proposta original.
Por outro lado, os deputados Duarte Jr. (PSB), Fábio Macedo (Podemos), Márcio Jerry (PCdoB) e Rubens Pereira Jr. (PT) votaram contra o projeto, defendendo a manutenção do veto presidencial.
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