O programa “História em Debate”, da Rádio Timbira 95.5, completou cinco anos em março e recebeu o selo “Saberes Históricos”, concedido pelo Fórum Saberes Históricos em reconhecimento ao trabalho de divulgação científica.
Exibido aos sábados, das 10h30 às 12h, e apresentado pelo jornalista e historiador Marcus Saldanha, o programa aborda temas do Maranhão, do Brasil e do mundo por meio de entrevistas com especialistas e professores.
O diretor de jornalismo da Rádio Timbira, Zema Ribeiro, destacou a importância do reconhecimento. “Demonstra o vínculo e o compromisso do programa com a academia, extrapolando os muros das universidades. Esse reconhecimento vem coroar uma trajetória única; só a Timbira tem um programa no ar como o ‘História em Debate’ no Brasil, trazendo a história do Maranhão, do país e do mundo. Ele demonstra a força e o interesse da população pelas histórias”, afirma.
Para Marcus Saldanha, o selo reforça o caminho adotado pelo projeto.
“E não é qualquer reconhecimento; vem da associação de professores e profissionais de História do Brasil. É uma chancela nacional que mostra que o caminho que escolhemos, junto ao nosso público, trabalha com ética e conhecimento científico, levando esse saber para a casa das pessoas e lutando, sobretudo, pela democracia e pela justiça”, ressaltou.
O Fórum Saberes Históricos reúne entidades como a ANPUH/MA (Associação Nacional de História – Seção Maranhão) e reconhece iniciativas voltadas à difusão do conhecimento histórico.
O historiador e diretor de pós-graduação da Associação Nacional de História, Ítalo Domingos, explicou o significado do selo.
“O selo ‘Saberes Históricos’ representa a seriedade do programa. O Fórum Saberes Históricos é uma reunião de várias associações de historiadores e também de outras áreas, como geógrafos e profissionais de história digital; uma série de associações que operam o fórum para avaliar programas dentro da ética da produção histórica. Isso garante que o trabalho de Marcus e da Rádio Timbira é construído com seriedade e ética, dentro da produção de conhecimento.”
*Fonte: Secom