O Festival Eita Piquena Arteira (EPA) chega à sua edição de 2026 reafirmando-se como pilar de valorização da arte feminina no Maranhão. O grande destaque deste ano é o EPA LAB, um laboratório audiovisual que, desde outubro de 2025, promove um processo colaborativo inédito entre artistas e diretoras maranhenses.
O percurso coletivo resultou na produção de quatro videoclipes que integram música e cinema. O projeto reúne nomes de peso: as diretoras Cláudia Marreiros, Isabela Leite, Tássia Dhur e a estreante Amanda Drumont colaboram com as artistas Célia Sampaio (ícone do reggae), Flávia Bittencourt, Emanuele Paz e o grupo Afrôs.

Programação e formação
Além das produções, o EPA LAB foca na qualificação técnica:
- 30 de abril: Atividades formativas abertas ao público no Espaço Marandu (Centro Histórico), com foco em troca de saberes e técnica.
- 02 de maio: Grande culminância no Ceprama, com a mostra audiovisual dos videoclipes inéditos durante o festival.

Com 16 anos de história, o EPA é idealizado pela banda Afrôs e realizado pela produtora Pretah, em parceria com a E.Motion e patrocínio da Lei Paulo Gustavo (SECMA). Em um cenário de luta contra a violência de gênero, o festival se posiciona como um espaço essencial de resistência e visibilidade para as mulheres.
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