Repercussão, antes e depois do jogo do Campeonato Maranhense, entre Luminense e Imperatriz, no Estádio Dário Santos. O clube da Região Tocantina protestou, mas foi acusado de agir com intransigência ao se recusar pela troca de local da partida, para o Nhozinho Santos, no mesmo dia e horário.
Antes mesmo da bola rolar, em nota, a diretoria do Colorado manifestou sua indignação ao afirmar: “A valorização da competição passa, obrigatoriamente, por condições mínimas de jogo. Decisões dessa natureza colocam em pauta o respeito dispensado aos clubes e aos atletas”.
O diretor executivo do Luminense, Gabriel Belfort, disse ontem ao O Imparcial, que tentou negociar com o Imperatriz, apresentando duas alternativas, mas não obteve êxito. “Procuramos a direção do Nhozinho Santos, que aceitou a marcação do jogo para a tarde, mas de forma intransigente o Imperatriz não aceitou. Não sei o porquê. Faltou agir com bom senso. Também não concordaram em transferir o jogo para quinta-feira, porque sábado tem jogo com o ITZ”.
Em nota, o Luminense publicou na sua rede social uma nota de esclarecimento. “O Luminense buscou outras opções de datas e locais para a realização da partida (…) no entanto, não houve sucesso nas tentativas”, diz um trecho da nota.
Procuramos a direção do Nhozinho Santos, que aceitou a marcação do jogo para a tarde, mas de forma intransigente o Imperatriz não aceitou. Não sei o porquê. Faltou agir com bom senso. Também não concordaram em transferir o jogo
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