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Defensoria do Maranhão apresenta projetos sobre justiça climática na COP30

Até o dia 20 de novembro, a instituição compartilhará experiências e práticas que consolidam o elo indissociável entre justiça social e justiça climática.

(Foto: Divulgação)
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A Defensoria Pública do Estado do Maranhão iniciou sua participação na COP30, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, nesta segunda-feira (10), em Belém (PA). A instituição apresentou os projetos “Defensores do Saneamento” e “Econúcleos”, ambos reconhecidos nacionalmente, que reforçam a conexão entre justiça social e justiça climática.

A DPE/MA integra o estande das Defensorias Públicas do Brasil na Green Zone, ao lado do Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege) e das defensorias de outros estados. A conferência reúne cerca de 60 mil participantes entre cientistas, autoridades, ativistas e representantes da sociedade civil.

O diretor-geral da DPE/MA, Luís Otávio de Moraes Filho, destacou que levar os projetos à COP30 é uma forma de mostrar como a instituição alia eficiência administrativa, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. Ele ressaltou que o “Defensores do Saneamento” é um exemplo concreto de justiça climática ao garantir o acesso à água e saneamento básico para comunidades em vulnerabilidade.

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O defensor-geral do Maranhão, Gabriel Furtado, afirmou que a presença na COP30 reforça o papel da Defensoria na defesa de um meio ambiente equilibrado. “Queremos mostrar ao mundo que a nossa instituição está na linha de frente da defesa dos direitos dos mais vulneráveis diante da crise climática”, disse.

O engenheiro Luiz Roberto Gomes, supervisor de Obras da DPE/MA, também apresentou o projeto “Econúcleos”, que utiliza um modelo construtivo modular, sustentável e de baixo custo, com a participação de detentos na produção da mobília — uma ação que une ressocialização e inovação ambiental.

Além desses, a Defensoria levará à conferência outras iniciativas, como “Te Alui, Mulher”, “Defensoria Sustentável”, “Inclusão Socioprodutiva” e “Defensoria nos Babaçuais”, evidenciando o compromisso do Maranhão com os direitos humanos e a resposta à emergência climática.