Nos dias 19, 20 e 21 de setembro de 2025, no Teatro Arthur Azevedo, localizado no Centro de São Luís, o público maranhense poderá conferir a temporada especial do espetáculo “Três Mulheres Altas”, que já passou por 11 cidades, acumula indicações a prêmios e já foi assistida por mais de 70 mil espectadores.

Estrelado pelas atrizes Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre, a montagem é dirigida por Fernando Philbert e traz uma comédia mordaz que reflete sobre a passagem do tempo por meio de um acerto de contas entre três gerações.
Após passar por mais de 10 cidades e ter mais de 70 mil espectadores na plateia, a peça chega na capital maranhense para três apresentações especiais, sob o comando da Guilherme Frota Produções, que celebra 35 anos de atividades na cena cultural brasileira.
Após São Luís, o espetáculo ainda percorre por Fortaleza/CE, Campo Grande/MS, Brasília/DF, Santos/SP, Curitiba/PR, Florianópolis/SC e Ribeirão Preto/SP, totalizando 21 apresentações por cidades de todo o Brasil.
Escrita por Edward Albee no início da década de 90, o espetáculo logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor –, a peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice.
Já a montagem marca o reencontro das atrizes em um mesmo trabalho – em 1992, as três estrelaram a novela “Despedida de Solteiro”, na Rede Globo (produção que marcou a estreia de Fernanda Nobre em teledramaturgias). “Estar de volta com elas, agora no teatro, tem um sabor muito especial”, ressaltou Fernanda em suas redes sociais.
Três Mulheres Altas
Em seu quarto ano consecutivo em cartaz, o espetáculo segue colecionando plateias lotadas e reconhecimento por onde passa. Nesse percurso, a montagem recebeu indicações a grandes prêmios, como: Cesgranrio, Bibi Ferreira e Cenym.

Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C. A mais velha (Ana Rosa), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Helena Ranaldi), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia. A mais jovem, C (Fernanda Nobre), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas.
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