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Crise na Região Tocantina se agrava três meses após queda da ponte entre Maranhão e Tocantins

Em algumas estradas do Tocantins (TO’s), o asfalto praticamente desapareceu devido ao intenso fluxo de veículos pesados. Nas cidades que servem como rota alternativa, os impactos são ainda mais visíveis

Rua do Comércio, em Axixá do Tocantins — Foto: Reprodução

Três meses após a queda da ponte Juscelino Kubitschek, que ligava Estreito (MA) a Aguiarnópolis (TO), os dramas sociais e estruturais na Região Tocantina continuam a se aprofundar.

A necessidade de desviar rotas de caminhões, carretas e demais veículos tem causado grandes prejuízos a população, aumentando o tempo de deslocamento em até quatro horas e destruindo rodovias estaduais e vias urbanas.

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Em algumas estradas do Tocantins (TO’s), o asfalto praticamente desapareceu devido ao intenso fluxo de veículos pesados. Nas cidades que servem como rota alternativa, os impactos são ainda mais visíveis, como em Tocantinópolis, onde o trânsito intenso já danificou até redes de esgoto, causando transtornos para os moradores.

Diante do agravamento da situação, o responsável pela Infraestrutura do Estado do Tocantins, Paulo César Benfica Filho fez um apelo por ajuda. Em resposta, o governo federal, através do Ministro dos Transportes Renan Filho anunciou um aporte emergencial de R$ 150 milhões para recuperar pelo menos 80 quilômetros de rodovias na região.

No entanto, os recursos só devem ser liberados em julho, o que significa que os problemas continuarão se intensificando nos próximos meses.

Além dos danos na infraestrutura, os impactos sociais são alarmantes.
A tragédia que tirou 16 vidas revelou não apenas a inércia do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), mas também a demora na resposta efetiva ao colapso da mobilidade na região.

Enquanto as soluções não chegam, a população da Região Tocantina segue enfrentando diariamente os desdobramentos desse desastre.

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