ACÚMULO

Moto negocia com novo técnico que também será gerente de futebol

Presidente Yglésio pretende “bater o martelo” nas próximas horas.

Presidente Yglésio irá ao CT conversar com jogadores. (Foto: Hiago Ferreira)

O novo técnico do Moto Club poderá ser anunciado na próxima segunda-feira (29). Foi o que informou a O Imparcial o presidente do clube, Yglésio Moyses. O dirigente não quis adiantar o nome do profissional com o qual está negociando, embora já tenha informado que o treinador conhece muito bem o futebol maranhense e deverá ser também o gerente de futebol.

“Temos um nome que poderá ser anunciado na próxima segunda-feira, caso batamos o martelo no final de semana”, disse Yglésio.

Rodrigo Ramos saiu dos planos, após os contatos inicialmente mantidos. O clube tomou conhecimento que o ex-goleiro agora é funcionário municipal em Imperatriz, onde reside com a família, e sua transferência para São Luís neste momento não é oportuna. Fica, portanto, para uma outra oportunidade, quando a agremiação estiver em melhores condições financeiras.

O novo técnico e gerente de futebol que o Moto está contratando, já sabe, de antemão, que vai trabalhar com um elenco cuja folha salarial será muito abaixo da atual, que custa mais de R$ 100 mil. Por conta disso, apesar de desejarem continuar para a próxima temporada, muitos jogadores deverão rescindir o contrato neste fim de ano.

Nesta quarta-feira (24) o atacante Wallace Lima despediu-se do clube, em comunicado divulgado nas redes sociais. O jogador agradeceu a oportunidade e disse que pretende voltar em outra oportunidade.

O presidente Yglésio tem dito que a situação do momento é dramática, pois encontrou o clube com muitas dívidas, inclusive 117 processos na Justiça do Trabalho e até o restante da cota proveniente da Copa do Brasil de 2022 está bloqueada. Não há receita.

Por conta desse panorama, a reunião que estava marcada para a última terça-feira à tarde no CT Pereira dos Santos, com os jogadores, foi transferida para sexta (26), quando o clube vai tentar chegar a um acordo para o pagamento parcelado dos salários que estão em atraso, a maioria, há três meses.

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