GREVE GERAL

Ônibus de São Luís voltam a circular

O primeiro ato convocatório para a Greve Geral iniciou-se às 5h da manhã desta sexta, 14 de junho. Vários estabelecimentos deverão ficar paralisados durante o dia

Bacanga bloqueada. Foto: Divulgação

Paralisada desde o começo da manhã desta sexta-feira (14), a frota de ônibus de São Luís já voltou a circular normalmente. Em adesão à greve geral, o Sindicato dos Rodoviários havia avisado anteriormente que o transporte coletivo da capital pararia, mas voltaria a funcionar a partir das 9h. A barragem do Bacanga segue bloqueada desde às 5h da manhã pelos manifestantes.

Leia também: Greve Geral: trabalhadores de São Luís paralisam atividades nesta sexta-feira (14); Poucos ônibus circulam na capital maranhense e manifestantes bloqueiam ruas na capital

Ao amanhecer desta sexta, a capital maranhense passou pelo primeiro ato proposto pela Greve Geral contra a reforma da Previdência. Além da paralisação temporária dos ônibus, a barragem do Bacanga ficou bloqueada nos dois sentidos desde as 5h da manhã, na altura dos km 2 e 0 da Br 135. Neste momento, os grevistas revesam o bloqueio entre os dois sentidos da via.

Foto: Divulgação

Os manifestantes pretendem caminhar até a Praça Deodoro, no Centro Histórico de São Luís, em convocatória para o protesto principal, marcado para as 13 horas no local. Além das instituições já citadas, professores de escolas, institutos e universidades municipais e estaduais, servidores públicos e trabalhadores rurais deverão ter suas atividades paralisadas neste dia 14 de junho, segundo os respectivos sindicatos. Agências bancárias de todo o estado permanecerão fechadas durante o dia inteiro.

“Nós conseguimos unir todas as categorias dos trabalhadores, principalmente as Centrais Sindicais. Nós temos um objetivo em comum, que é contra a famosa reforma da Previdência, que não é uma reforma, e sim a entrega da Previdência para os banqueiros. (…) Basta o prejuízo com a reforma trabalhista, o prejuízo maior que é a PEC 95, que congela os investimentos do país. É por isto que estamos aqui”, defendeu Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos (Sindsep), Raimundo Pereira, em entrevista à Rádio Tambor nesta manhã.

Além da Sindsep, estão entre as centrais sindicais que aderiram à greve o Sindicato dos Bancários, da Associação dos Professores da Universidade Federal do Maranhão (Apruma), a Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação (Sinasefe), Sindicato dos Servidores Públicos (Sindsep), Sindicato dos Urbanitários, Sindicato dos Trabalhadores da Justiça Federal (Sintrajufe), Sindicato da Educação (Sindeducação), Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sintroessema), Sindicato dos Servidores Públicos (Sindsep), e a Federação dos Trabalhadores Rurais do Maranhão (Fetaema) de alguns municípios maranhenses.

O movimento da Greve Geral é uma continuação aos protestos estudantis dos dias 15 e 30 de maio, contra o contingenciamento de gastos nas Instituições e Universidades Federais.

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